20/06/2018

Pássaro das Sombras no Colégio Franciscano Sagrada Família!

As horas passaram voando em meio a um gostoso bate-papo e sessão de autógrafos

Gente! As imagens já dizem tudo! Foi uma tarde pra lá de especial ao lado dos estudantes do Colégio Franciscano Sagrada Família de Belo Horizonte, integrante da Rede Clarissas Franciscanas. Durante o Encontro Literário do dia 20 de junho, o autor Pedro Antônio de Oliveira viveu momentos inesquecíveis de alegria, interagindo com as turmas de quarto ano que leram o livro "Oreosvaldo, o Pássaro das Sombras" (Editora Lê). 

A meninada fez perguntas, comentou trechos da obra e ainda deu sugestões supercriativas para uma possível continuação da história do blogueiro misterioso (Ham! Euzinho!). Havia um painel lindão de boas-vindas com a foto do Pedro e poemas do Pássaro das Sombras. Não é incrível? Toneladas de fofura! #NãoAguento #Amei

A equipe do colégio foi megacarinhosa! O projeto, idealizado pelo professor Heitor Lima, contou com a coordenação pedagógica da doce Sabrina Rosa. As atividades na biblioteca ainda tiveram a colaboração das queridas Lindaura e Arlete, além da professora Gisely. 

Muito obrigado (do fundo do meu coração sensível de poeta)!

Beijos! Besos! Kisses! Bisous! Baci! 😘


(Atenção, pessoal! Na seção "Deixe um recado!", para visualizar todos comentários e as respostas, clique em "Carregar mais...", no final da página.
Um abração a todos!!

O Pássaro das Sombras

15/06/2018

Rápido e rasteiro


Vai ter uma festa
que eu vou dançar
até o sapato pedir pra parar.

Aí eu paro,
tiro o sapato
e danço o resto da vida.

Chacal

03/06/2018

Dia Mundial do Meio Ambiente


Não jogar lixo no chão, não sujar as matas e as praias, não cortar as árvores, fazer a coleta seletiva, comprar produtos que tenham menos embalagens, descartar pilhas, baterias, celulares, lâmpadas e eletroeletrônicos nas lojas autorizadas (logística reversa) e muitas outras ações assim vão fazer de você um amigão da Natureza! Não vamos esperar somente pelos outros. Vamos nós mesmos cuidar com carinho do planeta onde a gente vive! Ele é a nossa casa!

5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente


O Pássaro das Sombras

29/05/2018

I de irmão


Bronca, brinquedo, briga,
para tudo serve irmão,
mais parceria no riso,
companhia na aflição.

Elza Beatriz

Elza Beatriz von Döllinger de Araújo nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1934. Ela se formou em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); trabalhou nessa instituição e na prefeitura da capital mineira por muito tempo, sempre na área cultural. De seus dez livros publicados, seis foram dirigidos ao público infantil. Elza virou uma estrelinha em 1992, nos deixando aqui, com uma grande saudade no peito.

04/05/2018

Os heróis de laranja

Fotos: Divulgação
“Olha, mãe, os ´joias´ estão vindo!” É assim que Thiago, de quatro aninhos, carinhosamente apelidou os garis que recolhem os resíduos domiciliares de sua rua, na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. A cena, que se repete em todos os dias de coleta de lixo, arranca sorrisos do pequeno fã e da própria turma de funcionários, que faz questão de cumprimentá-lo. Eles também gritam cheios de animação e cumplicidade: “Ei, amigão!”. Em seguida, retiram as luvas e tocam as mãos do menino.

Os pais, Rosilene Viana e Thales Gamarano, fazem questão de alimentar o sentimento do filho. A mãe conta que ele começou a gostar dos garis antes mesmo de andar. “Creio que nosso filho tenha percebido em nós mesmos a admiração e o respeito pelos profissionais da limpeza urbana. Ficávamos aguardando o caminhão, o que certamente foi chamando a atenção de Thiago”, lembra. “Mas o encantamento vem crescendo, motivado pelo carinho que os garis demonstram a cada novo encontro. E não é para menos, pois a alegria dos coletores é contagiante.”

Rosilene se surpreende com o fato de Thiago saber a hora exata em que o caminhão irá surgir no início da rua. Ansioso, ele espera na porta da residência. “Assim que o veículo para em frente à nossa casa, Thiago começa a fazer festa e distribuir acenos em forma de ‘joias’”. Os garis, sabendo da paixão do garoto, retribuem a consideração com simpatia e muito afeto.

Os garis são os verdadeiros amigos de Thiago
Educação Ambiental

Apesar da pouca idade, o pequeno Thiago já possui consciência de que o meio ambiente deve ser preservado. “Na escola, ele adorou aprender sobre a coleta seletiva e, em casa ou na rua, jamais joga papel no chão”, orgulha-se a mãe. “Ele já percebe quando há lixo nas calçadas em dias que não são de coleta. Se na manhã seguinte, houver algum saco de lixo na via, ele logo reclama: ‘Mamãe, colocaram o lixo no dia errado’.”

Na volta da escola, Thiago faz de conta que a mochila é o caminhão de lixo. Então, Rosilene precisa entrar na brincadeira e fingir que é a motorista. Entusiasmado, ele dispara a gritar “bora, bora, bora”, “vamos lá, gente”, igualzinho aos garis. Thiago ainda imita os barulhos da prensa do caminhão cada vez que ele, de mentirinha, põe o “lixo” na mochila. “Quando chegamos em casa, as almofadas também se transformam em lixo imaginário. No supermercado, o carrinho de compras também vira caminhão compactador, e ele novamente fantasia que está segurando os resíduos.” 

Thiago rasga papéis e imagina que é lixo, depois passa horas recolhendo a "sujeira" do chão
 
Uma festa!

Nada de Batman, Super-Homem, Capitão América ou Homem de Ferro. A festa de quatro anos de Thiago homenageou, no mês de abril deste ano, aqueles que vestem laranja e deixam a cidade brilhando. O carinho pelos garis e a paixão por caminhões de lixo estiveram presentes em cada detalhe da comemoração, que surpreendeu os convidados.

Rosilene encomendou para o aniversariante um uniforme parecido com o dos coletores. Ela também se vestiu a caráter, com um modelo da coleção do desfile Gari Fashion, desenhado por uma especialista em moda.

Durante um almoço festivo, o “parabéns pra você” contou com convidados bastante especiais: a equipe de coleta que Thiago espera todos os dias na porta de casa e suas famílias. “Thiago não é ligado a personagens de quadrinhos; seus super-heróis são os garis”, reafirma a mãe, radiante de felicidade!

O Pássaro das Sombras

31/03/2018

Minhomente apronta!


Esta turminha do Quintal da Cultura é um barato!
Mas espere! Eles estão diante de um perigo enooorme!
Uma missão para super-heróis!
Confira aí!

O Pássaro das Sombras

18/03/2018

Que gostosura!


Quando empurrava o portão
da casa de minha avó,
logo me abraçava o cheiro gostoso
de café com leite e pão de ló.

Alexandre Azevedo

12/02/2018

Que o amor nunca faz mal


Ando escravo da alegria
E hoje em dia, minha gente, isso não é normal
Se o amor é fantasia
Eu me encontro ultimamente em pleno Carnaval.

Uma água muito viva, que nunca morre!


Já imaginou viver para sempre? 
Se nós, seres humanos, ainda não conseguimos essa proeza, uma água-viva bem pequenininha já desvendou o segredo da vida eterna. Desde que não vire comida de predador, ela consegue ficar velhinha e, como num passe de mágica, voltar a ser criança. Ah, e se ela se machucar, nem precisa ir correndo para o pronto-socorro. Esse bichinho aí dá um jeito de ficar bem logo, sem ajuda de um doutor. 


O Pássaro das Sombras

03/02/2018

Tão de noitinha


Lua-bolacha,
estou preso fora do sono.
Você realiza desejo
que nem a primeira estrela que vejo?

O Pássaro das Sombras

Café com leite


Café com leite
manteiga e pão.
Uma mão na caneca
e outra no mamão.

Mas eu vi o menino
olhando ali de pé;
sem mãe, sem pão,
e sem café.

Dei pra ele o mamão;
ele não quis.
Dei pra ele a minha mão:
ele ficou feliz.

Renata Pallottini

A autora deste poema é filha única e perdeu o pai muito cedo. Em meio à solidão de menina, ela descobre alguns caminhos e alegrias, como ler e escrever. 

Valsinha



É tão fácil
dançar
uma valsa,
rapaz.

Pezinho
pra frente,
pezinho
pra trás.

Pra dançar
uma valsa
é preciso
só dois.

O sol
com a lua.
Feijão
com arroz.

José Paulo Paes

12/01/2018

Xô, doença!

Verão é tempo de praia, descanso, boas leituras e, mais do que nunca, de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya.



Fonte: Ciência Hoje das Crianças

O Pássaro das Sombras

10/01/2018

Estrada tão bonita...


Quando foi mesmo que você parou para ver as estrelas? Eu? Foi agora há pouco. Fiquei em silêncio, só imaginando o que existe por aí, na imensidão do universo. Será que há outros bichos iguais a mim? E seres humanos parecidos com os da Terra? Vou confessar que queria muito viajar numa nave espacial e saber tudo, tudinho a respeito desse assunto e desvendar todo esse mistério. Enquanto isso, fico aqui, sonhando, desejando um dia conhecer novos mundos e, quem sabe, fazer amigos pela Via Láctea.


O Pássaro das Sombras

06/01/2018

Elefantinho


Onde vais, elefantinho
Correndo pelo caminho
Assim tão desconsolado?
Andas perdido, bichinho
Espetaste o pé no espinho
Que sentes, pobre coitado?

— Estou com um medo danado
Encontrei um passarinho!

Vinicius de Moraes


31/12/2017

Brincar, brindar e ser feliz!


Tão bom e cheio de esperança
é o dia que começa.

Somos o rio que venceu as curvas
e agora acaricia o mar.

A gaiola ficou aberta, passarinho!
A liberdade tem asas de ouro!
Compartilhe seu tesouro.

Feliz ano da gente! Feliz 2018 por inteiro!

O Pássaro das Sombras 

30/12/2017

A equilibrista


A equilibrista
despe a pele
por braços e pernas
dorso
em avesso
na travessia arriscada
de ser.

Frentista de um produto arriscado
– o próprio corpo –
se vira em duas
para agarrar as mãos
que são suas.

A equilibrista agarrada
no fio controlado da sua
passagem elástica
se vira em quatro.
(A equilibrista
vive
de improviso
acrobático.)

Bicho que arrasta
patas, cara de gente,
boca
de gata.

Como é pequeno o espaço que lhe é dado
para passar o corpo desdobrado
que termina por crescer no quadro
para não cair, para ser segurado.

A equilibrista projeta ser
como um desenhista o desenho.
Mas para ser, o caminho é estreito:
há trecho em que só a mulher passa,
tem outro que só a esfinge devassa.

A equilibrista é uma dupla esforçada
metade gente, metade bicho.
(Mas não desistirá do capricho
de explorar o seu próprio espaço.)

Lélia Coelho Frota

Olhares


 A gente devia cuidar melhor do mundo, não acha!? E o homem? Ah, o homem destrói a Natureza, promove guerras, mata os animais...

Mas espere um pouco! Não é sempre assim! O homem também salva, alimenta, protege... Realiza coisas lindas. Quer ver só!


O Pássaro das Sombras

Semear


O que faz andar a estrada? 
É o sonho. 
Enquanto a gente sonhar 
a estrada permanecerá viva. 
É para isso que servem os caminhos,
para nos fazerem parentes do futuro.

Mia Couto

28/10/2017

Ao seu encontro


Vou de bicicleta,
vou no luar.
Pode me esperar.

Vou de rolimãs,
bem de manhã.
Pode me esperar.

Vou nas costas de uma Jubarte.
Isso é que é arte!
Vai me esperar?

Me espera,
por favor!♥!

Isso é amor.

O Pássaro das Sombras

Valioso


Mias, mas não mias à toa, 
mias pouco.
Não precisas de chamar sobre ti as atenções: 
tens uma intensa vida interior.

Rui Caeiro

(Poeta português, nascido em Vila Viçosa, em 1943. Tem fãs por onde passa, pelo menos junto dos que olham com atenção para sua poesia, sua arte. Muitas vezes, usa o silêncio como generosa estratégia de vida. Estudou Direito. Tem filhos, netos, amigos. Gosta de ler e de comer. Dorme cedo.)

16/09/2017

Oreosvaldo em Juiz de Fora


Olha que lindeza ver essa meninada lendo "Oreosvaldo, o Pássaro das Sombras", da Editora Lê! São os estudantes do 4º ano do Colégio Stella Matutina, que fica na bela cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Que vontade de dar um abraço bem apertado nesses fofinhos! Um beijão pra todo mundo, inclusive para as queridas professoras!


O Pássaro das Sombras

03/08/2017

Sede de futuro


Mês de agosto é mês de vento,
de brinquedos sonolentos na caixa,
mas só por um tempo.
Logo, logo tem mais!

Mês de agosto
não é desgosto,
é só alegria, reencontros!
Hora de abraçar os amigos na escola
 e a professora mais querida.
Multiplicar os sonhos novos.

No mês de agosto,
recomeça aquela vida, 
preguiçosa ou corrida,
e a vontade guardada lá dentro
de pousar o coração ligeirinho
em algum lugar bem calmo,
muito, muito especial.
Que chegue logo o Natal!

O Pássaro das Sombras